Domingo, 05 de dezembro de 2021

Endometriose Intestinal tem novo curso dias 16 e 17 de março

26/01/2018
Nos dias 16 e 17 de março de 2018, especialistas de todo o Brasil estarão em Cascavel no 3º Curso de Endometriose Intestinal, quando debaterão sobre a doença que incapacita milhares de mulheres para o trabalho, prejudicando sobremaneira sua qualidade de vida.

Em meio a tantas discussões sobre empoderamento feminino e questões de igualdade no mercado de trabalho, há que se pensar nas seis milhões de brasileiras que sofrem com uma doença silenciosa e tacitamente ignorada pelo sistema de saúde pública do país. De fato, é um número muito expressivo de mulheres que são afetadas pela endometriose (inflamação aguda no sistema reprodutor feminino) no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Endometriose (SBE).

Das seis milhões de mulheres com o problema, cerca de 10%, ou seja, um universo de seiscentas mil desenvolve a doença no intestino (endometriose intestinal), de acordo com o cirurgião do aparelho digestivo, Univaldo Sagae, um dos coordenadores de um dos principais eventos científicos do país, o Curso de Endometriose Intestinal, que terá sua 3ª edição nos dias 16 e 17 de março de 2018, no Hospital Gênesis de Cascavel. O objetivo do curso é formar especialistas na área da ginecologia e coloproctologia, aumentando assim o número de profissionais qualificados para o tratamento desta doença complexa e silenciosa.

Sagae destaca que o problema continua crescendo no país, principalmente entre as mulheres mais jovens, por falta de informação. “É uma doença silenciosa que vem causando devastação no organismo feminino. As mulheres acham que sentir uma dor irregular, além da cólica, na menstruação, é normal”, ressalta o especialista, acrescentando que uma das principais consequências é a infertilidade e a alteração do hábito intestinal. Outro dado alarmante, segundo Univaldo Sagae, é que das 600 mil brasileiras que desenvolvem a endometriose intestinal, apenas 2 mil por ano são diagnosticadas e conseguem efetivamente tratar a doença.

O evento científico programado para março em Cascavel contará com a participação de renomados especialistas do país, dentre os quais o ginecologista e cirurgião Cláudio Crispi, do Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas, do Rio de Janeiro.

Outro ginecologista bem conceituado, Namir Cavalli, enfatiza que é difícil falar em prevenção porque não há um consenso médico sobre as causas que levam ao desenvolvimento do problema. “Por isso, é importante ir ao médico. Evitar a menstruação com o uso de anticoncepcional ajuda a não deixar a doença evoluir, mas em todos os casos a cirurgia é necessária. Muitas vezes, o tumor atinge outros órgãos e é necessário retirar partes do intestino, do ovário e da bexiga, por exemplo”, observa Cavalli.

Já a cirurgiã Doryane Lima, destaca que “a endometriose é uma doença desafiadora e prevalente. Nossas expectativas para a terceira edição deste curso é uma discussão mais ampla, com estabelecimento de condutas baseado em estudos e experiências compartilhadas entre os participantes. Durante muito tempo essa doença foi subtratada, pois não se conseguia entender muito bem o seu mecanismo de surgimento. Estamos trilhando um árduo caminho para entender a doença e acredito que a troca de experiência neste curso faz com que avancemos um degrau a mais em direção ao melhor tratamento para as pacientes afetadas pela endometriose”, pontua a especialista.

 

 

A ENDOMETRIOSE INTESTINAL

 

Na endometriose intestinal com sintomas, o tratamento é eminentemente cirúrgico (casos avançados), podendo ser clínico em casos moderados e leves.

De acordo com dados da SBE (Sociedade Brasileira de Endometriose), entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva, que vai dos 13 aos 45 anos, podem desenvolver a doença e 30% tem chance de ficar estéreis.

O diagnóstico é feito por meio de exame físico, ultrassonografia endovaginal especializada, exame ginecológico, ressonância magnética nuclear, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.

Filhas e irmãs de pacientes com a doença têm maior risco de desenvolver endometriose. Segundo especialistas, a identificação genética poderia ajudar a entender melhor a doença.

Os especialistas também destacam a importância de se evitar o sedentarismo e praticar atividades físicas, o que contribui para diminuir as chances de se desenvolver o problema.

 

(Fonte: Assessoria de Imprensa da Gastroclínica Cascavel)

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2 COMENTÁRIO(S)

Eu já passei por duas cirurgias e na última que fiz histerectomia e só piorei 100% nenhum a melhora Que vcs possam trazer alívio a muitas mulheres por se especializar em e enxergar além do que dizem ser a endometriose Que pra mim se chama dor e angústia. Qdo a sociedade vê como alguém que não pode ter filhos,vai além disse,..
comentado por Maria Ednalva em 20/08/2020
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